POLICIAIS MILITARES DO NORTE E NOROESTE FLUMINENSE PARTICIPAM DE CURSO DE DIREÇÃO DEFENSIVA

2019-05-03T17:36:20-03:00abril 25th, 2019|

Melhorar a capacidade operacional nas ações policiais e oferecer mais segurança ao motorista e demais ocupantes das viaturas. Estes estão entre os principais objetivos do Curso de Direção Defensiva que começou a ser ministrado por instrutores do 6º Comando de Policiamento de Área (CPA) para policiais das quatro unidades operacionais da Região Norte e Noroeste do Estado do Rio.

Os policiais do 8º BPM (Campos) serão os primeiros a receber esse treinamento de requalificação profissional. A primeira instrução, realizada de forma intensiva em apenas um dia, ocorreu na quarta-feira (24/04) para uma turma de 20 policiais. Outras três turmas de 20 policiais da unidade sediada em Campos passarão pelo mesmo treinamento até o final deste mês de abril, totalizando 80 participantes.

A partir de maio, o mesmo modelo de treinamento será aplicado a grupos de 80 policiais das demais unidades do 6º CPA – 32º BPM (Macaé), 29º BPM (Itaperuna) e 36º BPM (Santo Antônio de Pádua).

Em um dia de instrução, das 8 às 20h, os participantes recebem orientações teóricas sobre os conceitos de direção defensiva, ofensiva e evasiva. Após o almoço, os policiais fazem o treinamento prático, aprendendo técnicas de melhorar o desempenho em situações de risco, aprimorando a destreza na condução da viatura como também reduzindo a possibilidade de acidentes.

Os 320 policiais selecionados para fazer o treinamento são condutores de viatura de patrulhamento e PATAMOS, e que atuam também em operações de serviço reservado e de supervisão.

Idealizador do curso, o Subcomandante do 6º CPA, Coronel Eduardo Castelano, defende a tese de que o efetivo da Polícia Militar lotado no interior deve ter a mesma qualificação dos policiais que atuam na Região Metropolitana.

– O interior fluminense ainda conserva o cenário tradicional que conhecemos, mas em muitas áreas, como em Macaé, por exemplo, nossos policiais já estão enfrentando desafios semelhantes à realidade da Região Metropolitana – explica o Coronel Castelano.