MUITOS CRUZAM OS BRAÇOS, A POLÍCIA MILITAR NÃO

A Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro determinou o reforço do policiamento do Carnaval em áreas e horários de maior demanda de acordo com a agenda dos eventos.
Apesar de todas as dificuldades enfrentadas durante o ano passado, com perda de recursos humanos e materiais, a Corporação montou um plano de segurança para o Carnaval de 2018 com um efetivo bem superior ao empregado em 2017. O plano, que mobilizou mais de 17 mil policiais, é fruto da capacidade de trabalho incontestável de uma Instituição que assume diariamente o compromisso de servir e proteger a sociedade.
Da manhã de sexta-feira à manhã desta terça-feira, os policiais militares prenderam 239 criminosos e apreenderam 36 adolescentes envolvidos em ações delituosas. Durante este período, 29 armas foram recolhidas das mãos de criminosos.
Todo esse esforço comprova que a Polícia Militar não cruzou os braços, conforme denúncia superficial de alguns segmentos da mídia tradicional, que insistem em analisar segurança pública com olhar míope e reducionista. O desafio da segurança pública deve ser enfrentado por um conjunto de atores, tanto das três esferas do poder público como de setores da sociedade civil.
A Polícia Militar não pode ser responsabilizada pela desigualdade social, pela falta de políticas inclusivas, pela ocupação desordenada do solo, pela desordem urbana, pelo tráfico internacional de armas e de drogas, pelo arcabouço legal que gera impunidade. Mas é cobrada implacavelmente pelas consequências de todos esses fatores.
Será mesmo a PM a culpada pela violência que assola nosso Estado? Vamos refletir!

2018-02-16T19:01:05+00:00 Fevereiro 13th, 2018|